Para aprofundar

  • Martzloff, Jean-Claude. A History of Chinese Mathematics. Berlim: Springer, 1997.
  • Shen, Kangshen; Crossley, John N.; Lun, Anthony W.-C. The Nine Chapters on the Mathematical Art: Companion and Commentary. Oxford: Oxford University Press, 1999.
  • Ifrah, Georges. Histoire universelle des chiffres. Paris: Robert Laffont, 1994.
  • Ascher, Marcia; Ascher, Robert. Code of the Quipu. Ann Arbor: University of Michigan Press, 1981.
  • Alder, Ken. The Measure of All Things: The Seven-Year Odyssey and Hidden Error That Transformed the World. Nova York: Free Press, 2002.
  • Einstein, Albert. Die Grundlage der allgemeinen Relativitätstheorie. Annalen der Physik, 49, 1916, p. 769–822.
  • Weil, André. Souvenirs d’apprentissage. Basileia: Birkhäuser, 1991.
  • Iverson, Kenneth E. A Programming Language. Nova York: Wiley, 1962.
  • Iverson, Kenneth E. Notation as a tool of thought. Communications of the ACM, 23(8), 1980, p. 444–465.
  • Knuth, Donald E. Two notes on notation. American Mathematical Monthly, 99(5), 1992, p. 403–422.
  • Graham, Ronald L.; Knuth, Donald E.; Patashnik, Oren. Concrete Mathematics. Reading: Addison-Wesley, 1989.
  • Backus, John et al. The FORTRAN automatic coding system. Proceedings of the Western Joint Computer Conference, 1957, p. 188–198.
  • Stigler, Stephen M. Stigler’s law of eponymy. Transactions of the New York Academy of Sciences, 39, 1980, p. 147–157.
  • Carraher, Terezinha N.; Carraher, David W.; Schliemann, Analúcia D. Mathematics in the streets and in schools. British Journal of Developmental Psychology, 3, 1985, p. 21–29.
  • Carraher, Terezinha N.; Carraher, David W.; Schliemann, Analúcia D. Na vida dez, na escola zero. São Paulo: Cortez, 1988.
  • D’Ambrosio, Ubiratan. Etnomatemática: elo entre as tradições e a modernidade. Belo Horizonte: Autêntica, 2001.
  • Gerdes, Paulus. Geometry from Africa: Mathematical and Educational Explorations. Washington: Mathematical Association of America, 1999.
  • Appel, Kenneth; Haken, Wolfgang. Every planar map is four colorable. Illinois Journal of Mathematics, 21, 1977, p. 429–567.
  • Hales, Thomas et al. A formal proof of the Kepler conjecture. Forum of Mathematics, Pi, 5, 2017, e2.
  • Moura, Leonardo de; Ullrich, Sebastian. The Lean 4 theorem prover and programming language. CADE 28, Springer, 2021.

Fontes das imagens

Imagem Fonte Licença
Algarismos de varetas no Shushu jiuzhang de Qin Jiushao (1247) Wikimedia Commons domínio público
Página 62 do Códice de Dresden, reprodução de Sylvanus Morley Wikimedia Commons domínio público
Quipu inca do Museu Larco, Lima Wikimedia Commons CC BY 2.0, bobistraveling
Mostrador da hora decimal, de Hanin (c. 1793) Wikimedia Commons domínio público
Albert Einstein em 1921, por Ferdinand Schmutzer Wikimedia Commons domínio público
Cartões perfurados com Fortran Wikimedia Commons domínio público
O triângulo no Siyuan yujian de Zhu Shijie (1303) Wikimedia Commons domínio público
Ubiratan D’Ambrosio recebendo a medalha Kenneth O. May (2001) Wikimedia Commons CC BY-SA 4.0, ICHM
Mapa pintado com quatro cores Wikimedia Commons CC BY-SA 3.0, Inductiveload

As figuras interativas (as três escritas de um número e a hora decimal) funcionam nos quatro idiomas do site. O registro das imagens baixadas, com o hash de cada arquivo, está em data/semiotica_imagens.json.

Fim do livro

Este livro começou com o lado do quadrado virando $\sqrt{\ }$ e termina com uma linha de Lean que uma máquina consegue conferir. No caminho, a notação apareceu de muitas formas: como invenção de pessoas com nome e data, como sistema de signos com regras próprias, como língua que se aprende devagar e como produto de culturas que contaram de vinte em vinte, com varetas de duas cores ou com nós em cordões.

O fio que atravessou os oito capítulos foi a distinção entre notação ativa e notação estéril: a que ajuda a pensar e a que apenas registra. Ela não é uma propriedade do sinal sozinho. O mesmo $\frac{dy}{dx}$ é ativo para quem sabe lê-lo e estéril para quem só o decorou; o mesmo $=$ afirma numa página e manda na outra. Uma notação é ativa para alguém, numa comunidade, com uma ferramenta, num momento da história. Aprender matemática é, em boa parte, entrar nessas comunidades, e ensinar matemática é abrir a porta.


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