O capítulo 1 contou de onde vieram os sinais. Este capítulo pergunta o que eles são. Por que o mesmo traço é uma operação em $12-5$ e parte de um número em $-5$? Por que os mercadores resolviam a regra de três decorando onde pôr cada número? Por que $8+4=\square+5$ derruba tantos alunos que sabem somar? Por que $\sqrt9$ vale $3$ e não $\pm3$? E o que, exatamente, faz de $\frac{dy}{dx}$ uma notação ativa?

Para responder, usamos as ferramentas de quatro autores: Saussure (significante e significado), Morris (sintaxe, semântica e pragmática), Peirce (ícone, índice e símbolo) e Duval (registros de representação). Não se trata de encaixar cada fórmula numa classificação, e sim de aprender a fazer perguntas melhores diante de uma escrita.

Textos do capítulo

  1. O que é um signo? Saussure, Morris e o sinal de menos
  2. Peirce: ícone, índice e símbolo
  3. O objeto e as suas representações: o caso das frações
  4. A gramática das fórmulas: parênteses, ordem e espaço
  5. Quando o lugar é o algoritmo: multiplicação e regra de três
  6. O sinal de igual é uma balança, não uma seta
  7. Raiz quadrada: o lado do quadrado e o sinal que esqueceu
  8. Fórmula, tabela e gráfico: tratamento e conversão
  9. Como ler uma notação: roteiro e glossário
  10. Referências e créditos