A dança das duplas Monte duplas com tampinhas. Acrescente uma: um número par se transforma em ímpar. Doze é par. Você consegue reorganizar estas bolinhas em seis duplas? Para definirmos quem começa em uma partida de futebol, esconde-esconde, dentre outros, as crianças usam o jogo do par e ímpar. Quem nunca usou o par e ímpar para brincadeiras de mão. O primeiro uso deste conceito foi na Grécia antiga, com a escola pitagórica.
Olhe para o que não está lá Zero não é um espaço esquecido: ele informa que não há objetos na caixa. Agora imagine tirar as quatro unidades: ficam 20. O zero registra que não há unidades soltas. O zero também tem uma história Brahmagupta registrou regras de cálculo com zero em 628, na Índia. Entre elas estão somar zero sem alterar o número e multiplicar por zero obtendo zero. A história do zero envolve contribuições de diferentes povos. Sua vez de investigar: Escreva 25 e 205. O que o zero informa no segundo número? Represente os dois no ábaco da aula. Conheça a fonte histórica no MacTutor, da Universidade de St Andrews.
Detetives dos quatro lados Passe o dedo pelo contorno de cada figura. Conte quatro lados e quatro vértices. Desenhe uma grade de 3 por 4 quadradinhos: ela terá 12 quadradinhos. Essa é uma ideia de área. No post anterior, falamos um pouco sobre o livro Elementos de Euclides, que é composta por 13 livros.
Repartir sem perder ninguém Confira se todos receberam a mesma quantidade. Dividir igualmente é repartir com justiça. Com 13 bolinhas e 3 pessoas, cada uma recebe 4 e sobra 1. O resto é menor que 3. Pães, partilhas e matemática O papiro Rhind inclui problemas de distribuição de pães. Repartir foi uma maneira de transformar necessidades do cotidiano em perguntas matemáticas. Sua vez de investigar: Numa brincadeira inspirada nesses problemas, distribua 15 pães de papel entre 5 pessoas, sem cortar os pães. Quantos cada pessoa recebe? Conheça a fonte histórica no MacTutor, da Universidade de St Andrews.